domingo, 25 de abril de 2021

25 de Abril Sempre!!!...


"O cravo não é um guarda-chuva" - autoria do saudoso jornalista e pintor Marinho Neves, na exposição "Revolução e Revolucionários" de celebração dos 40 anos de Abril (colecção particular).

25 de Abril sempre!!!...

Até breve

sábado, 7 de novembro de 2020

A Liberdade e a Esperança sorriem de novo!...



Uma agradável e muito desejada notícia para o mundo
O que sempre esteve em causa era a tenaz oposição entre a verdade e a mentira, entre a democracia e a autocracia

A Liberdade e a Esperança sorriem de novo!...

Até breve

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Por onde andará António Costa com a cabeça!...

 


Enterre-se já a proposta absurda da StayAway Covid

«Só um governo desorientado por um forte abanão poderia cometer o erro que o Governo de António Costa cometeu ao querer impor por força da lei e da vigilância policial a instalação de uma aplicação informática. A ideia peregrina é tão absurda que está condenada a perecer pelas suas próprias fragilidades, não apenas porque viola as mais elementares liberdades pessoais, como o seu alcance é inútil e a sua exequibilidade nula – uma "maluqueira", como aqui escrevemos. Querer gastar tempo no Parlamento com um nado-morto é, por isso, puro desperdício; admitir como possível que a proposta do Governo passe, um perfeito pesadelo. Mate-se a coisa, pronto.

Ao contrário de um certo tremendismo que se vai instalando que ora ataca os poderes públicos por actuar, como o faz por não actuar, o primeiro-ministro esteve bem ao pretender “abanar” a sociedade portuguesa face ao aumento dramático das infecções. Um país que em menos de uma semana passa de mil casos diários para mais de dois mil encontra-se numa situação “grave”, como referiu António Costa. E, se assim é, é dever do Governo dramatizar para tentar afastar os cidadãos da fadiga, do torpor e da facilidade que, naturalmente, se instalaram após tantos meses de covid-19. E, mais do que alertas, espera-se que um governo atento tome medidas para dar coerência à situação de calamidade em que o país se encontra.

É aqui que convém discutir até onde pode ir o Governo nessa natural missão de avisar, prevenir e até coagir ante comportamentos de risco. Podemos considerar que a imposição das máscaras é um exagero ou que a proibição de concentrações de mais de cinco pessoas uma alucinação. Mas não é sério considerar errado que o Governo (vejam-se os casos Europa fora) decida agir, quando os contágios crescem exponencialmente. Desde que, claro está, haja proporcionalidade e legalidade nas medidas adoptadas.

Chegamos então ao absurdo da StayAway Covid. Como seria de esperar, o grau de intrusão associado à imposição do seu uso legitima os receios de que está a germinar uma cultura de controlo de direitos individuais inaceitável. A ideia de permitir à polícia que consulte os nossos telefones, verifique as nossas aplicações e nos multe pela falta de uma é digna do terror soviético. Não perceber isso à partida só se compreende pelo desatino, pela fadiga ou pela desorientação. Não há, por isso, alternativa: enterre-se já essa proposta insensata. Quanto mais não seja, porque está a destruir o lado bom da aplicação e a impedir que a sociedade portuguesa se concentre no essencial. Há por aí um vírus à solta que todos temos o dever de combater.»

O director do Público apenas terá pecado pela forma contida e civilizada que entendeu usar no seu texto. É que ao cidadão comum, torna-se muito difícil de perceber...
 
Por onde andará António Costa com a cabeça!...

Até breve

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Entrem em delírio!...



Chama-se Kristian Matsson, um sueco de 37 anos que adoptou o nome artístico de The Tallest Man on Earth e que, entre muitas outras obras de arte que vem oferecendo ao mundo, compôs a música e escreveu a letra desta canção, "Love is all"...

Estarei a delirar ou parece um regresso aos gloriosos anos sessenta e o reviver de um dos maiores 'monstros' da música que o século passado produziu?!...

Espero que gostem e, como eu...

Entrem em delírio!...

Até breve 

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Vale pena revisitar a obra prima de Zé Mário: FMI!...



Este é o celebrado e tão pouco divulgado FMI, onde o génio de José Mário Branco foi capaz de misturar, em arrepiante e dolorosa torrente de palavras, a sua situação pessoal – no desemprego e votado ao ostracismo, por ser um heterodoxo, de enquadramento partidário quase impossível – com a conjuntura do País e do Mundo. Necessariamente imperdível, numa interpretação que ultrapassa em excelência e dor tudo o que de mais intenso foi gravado pelos maiores cantautores universais. Provavelmente nem Léo Ferré, nem Jim Morrison, ninguém. Próximo em intensidade, talvez apenas o inesquecível tema 'Proibído', que Caetano Veloso interpretou ao vivo para mais de 12 mil pessoas estupefactas, no Maracanãzinho, em plena ditadura militar brasileira. Branco e Caetano, ambos terão atingido o 'everest' da emoção na 'pátria' de Camões e Pessoa, a que Saramago, em corajosos  e desempoeirados golpes de machado e de verdade,  talvez tenha dado uma nova, insuspeita, adequada e muito nossa dimensão...

Vale pena revisitar a obra prima de Zé Mário: FMI!...

Até Breve