terça-feira, 27 de outubro de 2015

Alguma coisa terá ficado apertada na virilha da Direita!...



"Face a notícias que têm vindo a público acerca das implicações orçamentais do acordo entre o PS, BE, PCP e PEV, o PS reafirma que as regras orçamentais serão cumpridas. O PS reafirma que apenas viabilizará um Governo que garanta o cumprimento das obrigações do país em termos orçamentais. [...]

No actual momento, o PS entende que o processo político deverá centrar-se na apreciação da proposta de programa do Governo indigitado PSD/CDS e nas consequências económicas e sociais para o país que decorrem das medidas nele contidas. [...]

O PS considera fundamental que o Governo PSD/CDS apresente uma avaliação do impacto das medidas do seu programa, sem o qual não é possível avaliar a sua consistência com o cumprimento dos compromissos orçamentais."


Bem esgalhado, naturalmente!...

Alguma coisa terá ficado apertada na virilha da Direita!...

Até breve

3 comentários:

  1. Caro Álamo, permita que reproduza o que segue, li num blog e realmente tudo se ajusta

    Apesar de se tratar de um nado-morto, Passos Coelho ainda consegue surpreender. Para a pasta da Igualdade (que acumula com a Cultura e outras matérias mais ou menos correlacionadas), reconfirma, agora como ministra, Teresa Morais, que se opõe obstinadamente à adopção por parte de casais homossexuais; para a Justiça, num momento em que a violação do segredo de justiça é uma questão premente, convoca Negrão, o candidato derrotado à presidência da Assembleia da República, que se viu envolvido em problemas embaraçosos exactamente com a violação do segredo de justiça; para a Administração Interna, segue Calvão da Silva, autor de um dos pareceres jurídicos mais citados da História do Direito, no qual considerou que os 14 milhões de euros dados por José Guilherme a Ricardo Salgado resultam do «bom princípio geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –, com espírito de entreajuda e solidariedade»; para a Saúde, alça o ajudante Leal da Costa, que se notabilizou por, perante o caos das Urgências, ter considerado que «o que nós vimos foram pessoas bem instaladas» e, confrontado com os dados do INE que demonstram um forte desinvestimento no SNS, ter respondido que, em contrapartida, houve uma forte aposta no sector privado da Saúde. E a cereja em cima do bolo é a escolha de Rui Medeiros para ministro da Reforma Administrativa, o qual, dias antes das eleições, defendia que, se a direita tivesse mais votos mas não alcançasse a maioria absoluta, Cavaco Silva deveria convocar António Costa para formar governo: «Se a coligação vencer com mais deputados mas sem maioria absoluta, o Presidente da República deve convidar o líder da coligação».
    Está tudo dito.

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    1. Onde o "jota" Passos terá surpreendido mais gente terá sido ao afirmar que este "governo"(?) é para quatro anos! Estou com os meus "cuidos", acho-o muito "seguro". Mesmo com um "nó na tripa", o ódio é sempre mau conselheiro!...

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    2. Acho que a psicopatia pode explicar essa afirmação de PPC. É tão risível, que se não estivesse em jogo o futuro da Nação se diria estarmos em presença de um jogral.
      Só o conluio do PS poderia levar a esse cenário dantesco, mas os jogos políticos têm um limite (terão?).

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