sexta-feira, 10 de maio de 2019

O 'saloio fintador'!...


Chamar 'as vacas e os bois pelos nomes' seria dar o mote para que uma boa parte da 'saloiada' que administra a Justiça neste 'pais do terceiro-mundo', fizesse com quem o afirmasse, aquilo que 'não tem tomates para fazer' com... 

O 'saloio fintador'!...

Até breve

domingo, 5 de maio de 2019

Que os rios nascem no mar!!!...



«Se as eleições europeias se realizassem, este sábado, o PS seria o vencedor, com 34% dos votos, mais 6,9 pontos percentuais do que o PSD, com 27,1%, revela um estudo da Eurosondagem para o Sol e o Porto Canal. A sondagem realizada entre os dias 28 de Abril e 2 de Maio, antes da crise política aberta com a aprovação na especialidade do diploma que devolve todo o tempo de serviço congelado aos professores, e que levou à ameaça de demissão do Governo, dá entre 9 e 10 deputados aos socialistas e entre 7 e 8 aos sociais-democratas.

A CDU é a terceira força política mais votada com 8,1% e 2 mandatos no Parlamento Europeu. O Bloco de Esquerda e o CDS-PP surgem empatados com 7,1% e entre 1 e 2 eurodeputados. Também empatados nesta sondagem estão o PAN e a Aliança, ambos com 3,3% e entre zero e um deputado ao Parlamento Europeu.

Este estudo, para o Sol, Porto Canal, Diário de Notícias da Madeira e Diário Insular dos Açores, resulta de 2010 entrevistas telefónicas validadas, realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados, para telemóveis e telefones da rede fixa. O erro máximo da amostra é de 2,19%, para um grau de probabilidade de 95,0%.

O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal continental e regiões autónomas. A última sondagem das europeias, da autoria da Aximage e publicada em 18 de Abril pelo Correio da Manhã e Jornal de Negócios, dava um empate técnico entre PS e PSD nas intenções de voto.

O PS recolhia 33,6%, o PSD em segundo com 31,1% e, apesar de estarem separados por 2,5 pontos percentuais, este resultado foi considerado empate técnico dado que esse valor estava dentro da margem de erro do estudo (4%).»




E os loucos continuam a andar por aí, no meio da gente! Uns sem o dizerem, sorriem para nós convictos de que o Povo é estúpido. Outros com esgares de papões, sugerem-nos que a Terra gira ao contrário. E há ainda os que nos querem fazer crer...



Que os rios nascem no mar!!!...



Até breve

sábado, 4 de maio de 2019

Terá o pobrezinho rins para tamanha cambalhota?!...


Parece-me que face à alhada em que Rui Rio se meteu, na ânsia de 'arrebanhar' uns milharzitos de votos dos professores e dada a actual composição do nosso parlamento, constituído por 89 deputados do PSD, 86 do PS, 19 do BE, 18 do CDS, 15 do PCP, 2 do PEV e 1 do PAN, num total de 230 deputados, apenas lhe restará uma única saída, capaz de evitar a hecatombe que, mais certo que a gargalhada sarcástica do Santana Lopes, se abaterá sobre o seu partido, seja já dentro de três semanas nas europeias, seja lá para Outubro nas legislativas: mandar às urtigas a 'disciplina de voto' e rezar, rezar muito, com todo o fervor e até invocando as graças da 'senhora' da sua devoção, para que pelo menos 59 dos deputados da sua cor, se abstenham...

Terá o pobrezinho rins para tamanha cambalhota?!...

Até breve

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Branco é galinha o pôe!...


A interminável farsa da carreira dos professores

Não é preciso dar muitas voltas à cabeça para percebermos o que move no mesmo sentido e com a mesma retórica figuras tão dispares como Jerónimo de Sousa, Catarina Martins ou Rui Rio: é claramente o peso eleitoral da docência em Portugal.


«Quando o Bloco e o PCP tiveram uma real oportunidade de garantir a contagem integral do tempo de serviços dos professores, exigindo-a como contrapartida para aprovarem o Orçamento do Estado deste ano, tergiversaram – contentaram-se com uma anódina imposição ao Governo de negociar com os sindicatos docentes.

Quando o PSD teve uma real oportunidade de cumprir a sua palavra e impor a mesma solução ao Governo, seguiu uma estratégia de hipocrisia e de dissimulação que não é muito diferente – impondo a contagem do tempo de serviço, sem se comprometer com datas.

Já se suspeitava e ficou provado: seja à esquerda, seja à direita, o tema dos professores está a dar origem a um lamentável espectáculo que consiste em querer cativar a docência com bravatas políticas que são puro ilusionismo.

Não é preciso dar muitas voltas à cabeça para percebermos o que move no mesmo sentido e com a mesma retórica figuras tão dispares como Jerónimo de Sousa, Catarina Martins ou Rui Rio: é claramente o peso eleitoral da docência em Portugal. Chegados aqui, não é hora de se discutir sobre a justiça ou injustiça da sua reivindicação (tanto há bons argumentos para se concordar com a contagem integral do tempo de serviço como para perceber que os custos em questão são perigosos para a sustentabilidade financeira do país a médio prazo).

É hora sim de perceber que o que hoje se passou no Parlamento não passa de uma encenação. No Outono, quando o Governo precisava do seu apoio para aprovar o OE, o Bloco e o PCP não tiveram a coragem de impor as reivindicações dos docentes. O PSD partilha no verbo as mesmas causas, mas, ao não avançar com datas para as cumprir, cria um produto de marketing com um belo invólucro e substância nenhuma.

A proposta do PSD pretende colocar o partido como um paladino contra o “roubo” (Mário Nogueira dixit) do Governo sem se preocupar que a devolução do produto roubado aconteça amanhã. Perante tamanho artifício, o que se espera? Que o Governo comece a pagar todo o tempo perdido este ano? Nem pensar. Que, ganhando as eleições, avançará no próximo? Nunca com Centeno.

O que quer dizer apenas o seguinte: que esta proposta é uma farsa que pretende agradar aos professores com promessas tão vagas, tão vagas que poderão nunca ser cumpridas – principalmente se o vetusto e austero Rui Rio chegar um dia ao poder.»


Branco é galinha o pôe!...

Até breve

Onde é que eu assino?!...

Eleições no horizonte: Para grandes males...



«Além do injusto privilégio que confere aos beneficiários, o oportunista acordo entre o PSD (!?) e os partidos à esquerda do PS para a recuperação retroactiva integral do tempo de progressão congelado aos professores durante a crise é de uma gravidade sem paralelo na gestão financeira desta legislatura, arruinando os laboriosos esforços para a consolidação orçamental, além do efeito de arrastamento que vai ter sobre outras carreiras afins.
Entendo que, apesar de ter deixado arrastar indevidamente este dossiê sem provocar atempadamente a sua clarificação definitiva, o Governo não pode aceitar passivamente este triunfo do mais pedestre eleitoralismo das oposições coligadas, que lesa irremediavelmente a credibilidade orçamental externa do País e a justiça distributiva na função pública. Não pode valer tudo em vésperas de eleições.
Eu, se fosse chefe do Governo, dramatizaria a leviandade das oposições e apresentaria a demissão, pedindo ao PR a convocação de eleições antecipadas e solicitando a arbitragem dos contribuintes.

Adenda
Um leitor pergunta se não é melhor impugnar constitucionalmente a medida. Mas os dislates orçamentais não são necessariamente inconstitucionais e, sobretudo, trata-se de uma questão essencialmente política, que não pode aguardar o improvável desfecho de uma problemática fiscalizição da constitucionalidade. A questão essencial é a de saber se um Governo minoritário deve "engolir" um golpe eleitoralmente oportunista das oposições coligadas, que vai contra o programa e a orientação do Governo e que deixa uma pesada herança orçamental para o Governo seguinte, aumentando subtancialmente a despesa permanente do Estado, e abrindo uma "caixa de Pandora" em relação a carreiras semelhantes da função pública. Pergunto-me quem é que aceita ser ministro das finanças nestas condições...»
(Vital Moreira, in Causa Nossa, em 2 de Maio de 2019)

Onde é que eu assino?!...

Até breve

terça-feira, 26 de março de 2019

"I rest my case"!...

A grande família socialista e a hipocrisia dos restantes aristocratas do regime


«Concordo com as críticas que têm sido feitas à excessiva predominância de laços familiares no governo de António Costa, com ramificações no Parlamento, em empresas públicas e noutros domínios da vida pública portuguesa.

Não se trata de questionar a competência de A ou B. Trata-se, acima de tudo, de questionar o processo de selecção, que numa sociedade democrática não se pode assemelhar ao de uma monarquia.

Contudo, há uma dúvida que me assalta (literalmente): como é que isto é diferente dos favorecimentos que, ao invés da consanguinidade, privilegiam as famílias partidárias? Ética e moralmente, qual é a diferença os entre laços familiares do executivo socialista e os laços partidários que tomam de assalto inúmeras autarquias deste país, da administração das mesmas até ao controle absoluto das mais variadas prestações de serviços, pela via do ajuste directo, por um grupo restrito de amigos do poder?

Posto isto, o que se passa hoje no governo é mais grave do que a decisão da ministra Cristas de nomear uma série de militantes do seu partido para tomarem conta da Parque Expo? E quando a Segurança Social foi preenchida por boys e girls do executivo Passos Coelho? E quando as mais variadas empresas e organismos públicos foram literalmente ocupados por boys de José Sócrates, Durão Barroso, António Guterres ou Cavaco Silva? Qual é a diferença, se o critério por trás do favorecimento é exactamente o mesmo?

Investiguem o que se passa nas vossas autarquias, caros leitores. Vão ver quantos jotas, amigos e militantes do partido do vosso presidente de câmara foram nomeados ou agraciados com empregos que, em muitos casos, nem sequer existiam.

Vão ver quem são os beneficiários dos ajustes directos, em particular aqueles com valores tipo 74.990€, que, coincidência das coincidências, conseguiram evitar a abertura de um concurso público, obrigatório, para certos serviços, a partir de montantes de 75 mil.

Vão ver quem são as empresas que organizam os concertos ou quem a vossa autarquia chama sempre que precisa de materiais gráficos. E de seguida investiguem quem organizou os concertos e produziu os materiais gráficos das suas campanhas eleitorais.

A rede de favorecimentos politico-partidários é um cancro que metastizou um país inteiro, que sustenta, ad eternum, as mesmas elites políticas de sempre. E muitos daqueles que agora apontam o dedo ao governo, não conhecem outra forma de vida que não seja a de parasitas do erário público. Mas quem vive acima das suas possibilidades, caro leitor, é você.»
(26/03/2019 by João Mendes, in Aventar)

Mais palavras para quê?!...
"I rest my case"!...

Até breve