quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A culpa da crise é dos funcionários públicos!...

Dizia a outra, candidamente, não há políticos corruptos em Portugal !!!...
 
Sim, a culpa da crise é do funcionário público Vítor Constâncio que não
viu, ou não quis ver o buraco do BPN;
Sim, a culpa da crise é do
funcionário público Teixeira dos Santos que não viu, ou não quis ver o buraco da Madeira;
Sim, a culpa da crise é do
funcionário público Alberto João Jardim que
criou "às escondidas para os do continente não cortarem nas tranches" um buraco de seis mil milhões de euros;
Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos da Assembleia da
República
que auferiram só em ajudas de custo no ano de 2010 a módica quantia de três milhões de euros, fora os salários e demais benefícios;
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos que gerem, continuamente, em prejuízo as empresas públicas como a Metro do Porto, CP, ANACOM, REFER, REN, CARRIS, EDP, PT, Estradas de Portugal, Águas de Portugal, a lista é interminável, mas não abdicam das viaturas topo de gama, telemóveis, talões de combustível... enfim a lista é interminável;
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos das Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais que ganham por cada reunião assistida;
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos da Assembleia da
República, já reformados
, com as suas subvenções vitalícias por meros 6 anos de "serviço". Reformados alguns com apenas 40 anos de idade!!! Quantos são desde 1974? Enfim, a lista é interminável.
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos que presidem fundações como a Guimarães 2012 com salários imorais, na ordem dos milhares de euros. Quantas são? Enfim, a lista é interminável;
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos que compram submarinos;
Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que adjudicam pareceres jurídicos a empresas de advogados, quando podiam solicitar o mesmo serviço às Universidades, pagando dez vezes menos, ajudando dez vezes mais as finanças das mesmas;
Sim, a culpa da crise é dos
funcionários públicos que adjudicaram obras
permitindo as famosas "derrapagens financeiras". E quem paga? É o Estado!!!
Etc., etc., etc...
Sim, a culpa da crise
é desses funcionários públicos, e não dos funcionários públicos que trabalham arduamente para alimentar estes pulhas.
 
Carlos Coito, funcionário público,

O pagador de impostos.
 
Até breve

sábado, 20 de outubro de 2012

Dizia a outra, candidamente, não acreditar em políticos corruptos!...




Na "campanha" que há pouco terminou, para a "eleição" da nova PGR, uma candidata assegurava não haver corrupção na classe política portuguesa!... Chiça, olha se ela ganhava!!!...

Até breve

A esfíngica figura em maus lençóis !...

 
 
 
QUEM GASTOU O QUÊ? PORQUE NÃO É DIVULGADO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL, PELO MEDINA CARREIRA E PELO GOVERNO, ESTE GRÁFICO DO INSTITUTO DE GESTÃO DA TESOURARIA E DO CRÉDITO PÚBLICO, DE 2012?!...


Até breve

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Imposto sobre lágrimas e saudade !...


Pedro Marques, enfermeiro português de 22 anos, emigra quinta-feira de madrugada para o Reino Unido, mas antes despediu-se, por carta, do Presidente da República e pediu-lhe para não criar “um imposto” sobre as lágrimas e sobre a saudade. (link)

Até breve

Continua, pode ser que ainda te safes !...

 
 
Afinal o Álvaro, parece ter começado a compreender o país de cujo governo faz parte. O nosso (?) ministro da Economia, parece ser o autor da ÚNICA medida positiva deste desgraçado Orçamento.
As empresas passarão a poder entregar o IVA ao Estado, apenas depois de receberem as quantias correspondentes às facturas emitidas, segundo consta da proposta do Governo para o Orçamento de 2013. Assim,  a partir do próximo ano, as empresas deverão apenas ficar obrigadas a entregar o IVA, depois de terem o dinheiro deste imposto em caixa, deixando de ter de o pagar quando ainda nem sequer tinham recebido o valor da faturação.
A medida que Álvaro Santos Pereira fez introduzir no Orçamento do Estado para 2013, vai contribuir para o alívio financeiro de milhares de empresas em Portugal, que há muito vinham reclamando pela regulamentação desta situação, especialmente as PME
O anúncio desta novidade, que ontem foi apresentada pelo ministro da Economia aos parceiros sociais, integra-se num documento intitulado "Competitividade, Emprego e Investimento" que oportunamente deverá ser publicamente divulgado e que parece "dessintonizar" completamente o "nosso" Álvaro da pobreza franciscana governamental.
Por este andar, o Álvaro afinal, talvez tenha deixado de ser o elo mais fraco deste desgraçado Governo e já terá à frente dele, muitos candidatos à remodelação de que tanto se fala. Continua "amigo" Álvaro, pode ser que ainda te safes!...
 
Até breve
 
 
 


Cavaco sempre atento !...

 
 

Até breve

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Nas suas mãos, a esperança da Justiça !...

Nas sua mãos, a esperança da Justiça!...
 
Pela primeira vez na Nova Democracia Portuguesa, uma mulher vai assumir a responsabilidade máxima na Procuradoria Geral da República. A reacção em todos os círculos próximos ou remotos dessa importante instituição da justiça portuguesa tem sido profundamente positiva.
Joana Marques Vidal, não é mulher qualquer. Será, ao que se julga saber, uma magistrada muito competente, com grande experiência de intervenção em várias áreas, em que liga uma profunda  dimensão humana a uma excepcional dimensão técnica, o que na estrutura interna do Ministério Público - cuja organização apela também a um diálogo permanente - se poderá revelar de fundamental importância. Será também uma pessoa determinada, capaz de assumir com frontalidade os problemas e de ter uma relação com o mundo exterior também muito frontal e verdadeira, pelo que reunirá todos os requisitos para se transformar numa magnífica PGR.
O seu antecessor não conseguiu levar a bom termo a principal missão que dele esperavam todos os que defendem para Portugal uma Justiça  séria e verdadeira: despolitizar o Ministério Público, libertá-lo das amarras partidárias, ideológicas e dos interesses instalados. Passou todo o seu mandato a queixar-se da falta de poder, como uma "rainha de Inglaterra" nas suas próprias palavras, mas nunca teve capacidade para modificar o poderoso polvo que sempre lhe tolheu os movimentos. Dele, a História apenas registará a imagem de "mais um como os outros". Foi atroz a inoperância da instituição que durante seis anos liderou, como atroz terá sido a sua incapacidade para estancar os maiores descréditos da sua magistratura: a sistemática violação do segredo de justiça e a impunidade de que, durante o seu mandato, gozaram os maiores criminosos económicos que neste país se conheceram.
A Joana Marques Vidal, aqueles que continuam a acreditar na Justiça, apenas desejam que seja capaz de ter a força que todos os homens que a antecederam nunca tiveram, ou não quizeram ter.
 
Até breve