domingo, 10 de junho de 2012

A crise e a globalização...

Embora digam que a crise é exclusiva da Europa, há nos Estados Unidos da América  quem também ande desanimado. Hoje recebi este lamento:


         10 YEARS AGO WE HAD
                  STEVE JOBS, 
                   BOB HOPE
            AND JOHNY CASH.


               NOW WE HAVE
                    NO JOBS,
                    NO HOPE,
                    NO CASH.


 Até breve


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Para meditarmos todos...




Os problemas da selecção e as dificuldades que se lhe adivinham no Euro2012, são uma benção para os nossos governantes. Anda tudo entretido com o "pontapé na bola" e esquece os pontapés que a vida de todos leva em cada dia que passa...
Um grande amigo meu, reencaminhou-me uma foto que um dos seus filhos lhe fez chegar de Lisboa. Não resisti e aqui vos deixo uma réplica. Para meditarmos todos...


Até breve

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Tanta gente abominável...

A propósito de "uma santa de pau carunchoso", que por aí vai ensaindo passos de dança na chuva da iniquidade que grassa por esse país fora, sem que um único pingo lhe humedeça o imaculado véu, com que um anónimo e talentoso criador gráfico lhe envolveu o angélico rosto, de seu nome Fátima Felgueiras, publiquei aqui um artigo, em que apontei o meu humilde dedo na direcção dos responsáveis pela injustiça da justiça lusa: os intocáveis e obscuros fazedores das nossas leis e os seus irresponsáveis e deificados executores.
Hoje ao almoço, enquanto frugalmente me entretinha com uma "badanita" de bacalhau cozido, acompanhada com algumas colheres de grãos de bico, polvilhados uma e outros com um picadinho de cebola, salsa e colorau e regados com um fiozinho de azeite do nosso, chamou-me a atenção o discurso quase inflamado de um ex-juíz e ex-director nacional da PJ, senhor juíz-desembargador jubilado - que raio de nome que esta gente continua a usar para definir aquilo que eu e outros que trabalharam como eu e ele, que não passam de reformados - José Marques Vidal.
A rapidez do discurso não me permitiu fixar as palavras, mas aqueles a quem a curiosidade apoquente, podem recordá-las aqui. Extraí a frase forte do discurso do sr. juíz: abomino a classe dos políticos, ainda que por lá também ande alguma gente séria!...
Concordo inteiramente com aquelas palavras. Já o tinha afirmado de outro jeito no artigo a que primeiro vos remeti. Mas tal como lá referi, gostaria de lembrar ao sr. juíz, que o seu pensamento ficará obrigatoriamente incompleto, se não for complementado com outra afirmação: a classe a que ele próprio pertence, também é abominável, ainda que por lá também ande alguma gente séria!...

Até breve 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Porca miséria !!!...


Avé Fátima !...
A língua portuguesa é tremendamente traiçoeira!... E a Magistratura Judicial e toda a ínvia e promíscua arquitectura legislativa que lhe é subjacente neste pobre e desgraçado rincão, que deveriam ser o suporte da justiça e da decência que fundamentam a grandeza de um povo, vão muito para além da traição. O compadrio, a corrupção, o corporativismo e uma infinidade de "ismos" de sentido igual ou próximo que se abatem sobre todos nós, completam magistralmente o pântano onde o destino nos obrigou a nascer e a suportar o tempo que nos programou. 
Hoje, aqueles que "ungidos pelos santos óleos" deveriam ser os guardiões da nossa dignidade colectiva, voltaram a brandir  o machado da desonra e lançando-nos o anátema da estupidez, ofereceram-nos mais um capítulo triste da obra vergonhosa que hão-de deixar aos vindouros. Foi notícia de abertura em todos os noticiários televisivos e radiofónicos e entre as edições "on-line" destaco esta breve nota noticiosa. Amanhã o assunto será  bastante mais profundamente escalpelizado em todos os jornais diários e semanários. Mas já não haverá rigorosamente nada a fazer.
Entre os presumíveis erros processuais, o planeamento e rigoroso cumprimento de processos dilatórios que a arquitectura da legislação em vigor permite e estimula, a complacência e a conivência de todo um aparelho judicial, que faz do laxismo, incompetência e corrupção o seu modo de vida e sustentáculo de todo um conjunto injusto, arcaico, obsoleto e indigno de privilégios, acabou por tiunfar a palavra sagrada de todos os criminosos deste país: prescrição !...
Tudo o que é crime prescreve neste malfadado país! Só não prescreve a desfaçatez e a sem vergonha de quem, condenado por crimes que ficaram cabalmente provados e comprovados, acaba por vir clamar perante as câmaras solicitas e subservientes das televisões, a sua satisfação por se ver  artificialmente ilibada do cumprimento das penas que antes lhe tinham sido aplicadas. E sem pudor ou qualquer réstea de repugnância pretendem atirar-nos com um punhado de areia para os olhos e fazer-nos crer que prescrição significa inocência!...
Agora foi Fátima Felgueiras. Ontem foi Avelino Ferreira Torres. Amanhã será Isaltino Morais. Depois serão Carlos Cruz, Hugo Marçal, Manuel Abrantes, Ferreira Dinis, Jorge Rito, Gertrudes Nunes e Carlos Silvino. A seguir clamará inocência o famigerado Duarte Lima. E um dia destes há-de voltar de Cabo Verde o ex-ministro Manuel Dias Loureiro, quando o vendaval passar e os Magistrados envolvidos no processo BPN lhe garantirem que poderá regressar, porque o guarda-chuva da prescrição já não deixa que a chuva o molhe.

E a ministra da Justiça, mesmo feia e má, ainda há-de pensar que algum português nela acredita quando impante e vaidosa afirma que vai acabar com as prescrições...
Porca miséria!!!...

Até breve







domingo, 27 de maio de 2012

O BPN era uma mina !...

Estará no segredo dos deuses, o planeamento, constituição, implementação, colocação e agilização no terreno de uma nobilíssima instituição de nome tão secreto, que nem espiões principiantes como o Carvalho das secretas e o mais recente Relvas do não, não e não, alguma vez tiveram o privilégio de conhecer. Mas há por aí uns "cuscos" que afirmam a pés juntos, que seria uma espécie de Bombeiros Sapadores da Alta Finança, destacados especialmente para apagar o incêndio que "outrora" deflagrou no BPN e que ainda vai lavrando. 
Essa secretíssima e tentacular organização, terá conseguido "sapar" os negócios escuros em que se meteu a "esfíngica figura" presidencial, que mesmo com o Coelho da Madeira a gritar "agarra que é ladrão", acabou por ser eleito e se calhar seremos  obrigados a suportá-lo até ao fim do mandato. Também um seu antigo companheiro de jornada e ministro, Loureiro de nome mas destemperado na substância, para evitar chamuscar o fatinho, terá fixado residência em Cabo Verde até o incêndio prescrever, porque a extradição não é possível com aquele país "irmão". Outros dois, o Costa capataz e o Lima que "embalou" a Rosalina lá no Brasil, não conseguiram fugir por entre os pingos da chuva e "jazem" agora com pulseira electrónica em casa, à espera que os "magistrados sapadores" da tal organização secreta consigam também "sapar" as chamas que ameaçavam devorá-los. Para acalmar o povo, alguns  jornalistas também ligados à organização, vão fazendo crer que a justiça é lenta mas... acabará por chegar. Mas não será nada disso que acabará por acontecer. Porque também a prescrição será o fim.
Dizem as minhas "cuscas fontes", que ainda haverá mais umas quantas "laranjas" para descascar, de quem a tal "organização sapadora  judicialmente secreta" afanosamente tenta afastar as chamas. Ninguém sabe o teor do "vómito de chibo" que colocou o tal Lima em casa, por isso teremos de aguardar se as chamas que envolvem esses "citrinos" serão apagadas em tempo útil pela forca de intervenção normal da citada secreta organização ou se o tal "esquadrão especial de magistrados sapadores" terá de "encanar a perna à rã" até nova prescrição.
Mas a surpresa que haveria de consternar quase 6 milhões de portugueses, surgiu hoje por aí. Mesmo debaixo do "guarda-chuva" que durante tanto tempo não deixou que um tal de Azevedo se "molhasse" - quando o "guarda-chuva se rompeu, viria a dar o salto para terras da rainha mais amada do mundo - o seu sucessor teve a infeliz ideia de chamar ladrões a poetas e a clérigos e ninguém foi capaz de descortinar as razões de tal temerário impulso. Afinal a explicação veio por várias fontes, de que escolhi esta, por vir de um blogue como este que vos ofereço e o autor também terá "cuscas fontes fidedignas". Mas para confirmarem que o autor desse artigo no blogue "Aventar", não se armou em chaminé e espalhou pelo ar tanto fumo, passem depois por aqui e ficarão esclarecidos como eu fiquei.
Desconfio que toda a CS tem andado a enganar o "patusco" povo português. O BPN nunca foi um banco. O BPN era uma mina e nunca a ninguém passou pela cabeça que os mineiros eram todos "laranjas" e das melhores. De "umbigo" e sem excepção!!!...

Até breve 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A cáfila e os impostos por cobrar...

A um cidadão comum, quando a idade e o tempo de serviço lhe permitem o merecido descanso de uma vida inteira de trabalho, chamam-lhe reformado. Porque jubilado não é para todos - apenas alguns são ungidos pelos "santos óleos" - e aposentados serão apenas os privilegiados da Função Pública. Nunca mais chega um outro 25 de Abril, que chame a todos estes pobres coitados, carregados de PDI, um nome qualquer igual para todos, sem castas nem privilégios. Os anglo-saxónicos não estão com meias medidas: todos são "retireds" e pronto. Pois a toda esta gente, apesar da pomposidade e proveitos que a uns assistem(?), das regalias de que outros não abdicam(!)  e da restante "escumalha" que sem pompa, privilégios e com algumas dificuldades vão vivendo o melhor que podem e sabem, foram retirados de forma anticonstitucional, mas que o tribunal criado especificamente para fazer apreciações dessa natureza, ou não foi chamado a julgar ou como o macaco das virtudes, fechou a boca e os olhos e tapou os ouvidos com as mãos, os 13º e 14º mês de vencimento, porque o país estava à beira da falência e a Troika, para nos salvar dos apuros assim o determinava.
Mas como mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, agora aparece uma notícia curiosa, que aqui pode ser apreciada, onde consta que andarão por aí quase 7.000 Milhões de Euros de impostos por cobrar, nas mãos (in)deligentes de uma boa cáfila - ressalvadas poucas centenas que não serão propriamente camelos - de juízes dos tribunais portugueses, os tais que quando forem "grandes" passarão a ser jubilados, que não atam nem desatam o nó górdio que os "amigos" devedores dessas estapafúrdias quantias, lhes vão, subrepticiamente, pedindo que demorem a julgar até à eternidade.
Com esses 7.000 M€ arrecadados, escusado será dizer que o Governo "democraticamente" em funções, não teria necessidade de extorquir aquilo que uma vida inteira de trabalho determinou como património inalienável de cada um. Mas também Cristo disse que seria mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico ganhar o reino dos céus. Ele lá sabia porquê...

Até breve

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Texto sem contexto é pretexto!...


O desemprego é uma oportunidade para mudar de vida, poderá parecer o texto. Mas não é. Nem sequer o contexto. O que poderá ser é um bom pretexto. Porque o homem não conhece o contexto. E por isso se equivoca no texto e acaba, sem querer, por descobrir o pretexto que nunca nenhum contexto lhe permitiria pensar sequer em tal texto.
Mas mais engraçado ainda é o pretexto dos passos que alguns cristãos novos - e outros velhos - deram em semelhante contexto para nos mostrarem a beleza do texto. E no meio do texto, do contexto e do pretexto, quem acaba por pagar as favas, a propósito do texto e em semelhante contexto é pobre do desempregado a quem retiram o pretexto.
Porque estar desempregado é um pretexto. Disse o autor do texto, que se "marimbou" para o contexto. E a pretexto do contexto, não há-de demorar muito tempo que não tenhamos por aí um novo texto, ainda mais fora do contexto, que a todos há-de ensinar a não viverem do pretexto.
Depois, não me venham com o pretexto, de que estou fora do contexto ao vomitar este texto. Sei muito bem do pretexto que sempre usam no contexto para nos imporem tal texto. E a desculpa ou o pretexto de que o amanhã trará, noutro inevitável contexto, um outro autor com o mesmo texto, é uma falácia de texto, para encontrar um pretexto que justifique pior contexto.
Já nem sei bem se cheguei ao fim do texto, mas em semelhante contexto, acabar é um pretexto!... Sem contexto, por pretexto, sobra o texto...

Até breve