domingo, 27 de maio de 2012

O BPN era uma mina !...

Estará no segredo dos deuses, o planeamento, constituição, implementação, colocação e agilização no terreno de uma nobilíssima instituição de nome tão secreto, que nem espiões principiantes como o Carvalho das secretas e o mais recente Relvas do não, não e não, alguma vez tiveram o privilégio de conhecer. Mas há por aí uns "cuscos" que afirmam a pés juntos, que seria uma espécie de Bombeiros Sapadores da Alta Finança, destacados especialmente para apagar o incêndio que "outrora" deflagrou no BPN e que ainda vai lavrando. 
Essa secretíssima e tentacular organização, terá conseguido "sapar" os negócios escuros em que se meteu a "esfíngica figura" presidencial, que mesmo com o Coelho da Madeira a gritar "agarra que é ladrão", acabou por ser eleito e se calhar seremos  obrigados a suportá-lo até ao fim do mandato. Também um seu antigo companheiro de jornada e ministro, Loureiro de nome mas destemperado na substância, para evitar chamuscar o fatinho, terá fixado residência em Cabo Verde até o incêndio prescrever, porque a extradição não é possível com aquele país "irmão". Outros dois, o Costa capataz e o Lima que "embalou" a Rosalina lá no Brasil, não conseguiram fugir por entre os pingos da chuva e "jazem" agora com pulseira electrónica em casa, à espera que os "magistrados sapadores" da tal organização secreta consigam também "sapar" as chamas que ameaçavam devorá-los. Para acalmar o povo, alguns  jornalistas também ligados à organização, vão fazendo crer que a justiça é lenta mas... acabará por chegar. Mas não será nada disso que acabará por acontecer. Porque também a prescrição será o fim.
Dizem as minhas "cuscas fontes", que ainda haverá mais umas quantas "laranjas" para descascar, de quem a tal "organização sapadora  judicialmente secreta" afanosamente tenta afastar as chamas. Ninguém sabe o teor do "vómito de chibo" que colocou o tal Lima em casa, por isso teremos de aguardar se as chamas que envolvem esses "citrinos" serão apagadas em tempo útil pela forca de intervenção normal da citada secreta organização ou se o tal "esquadrão especial de magistrados sapadores" terá de "encanar a perna à rã" até nova prescrição.
Mas a surpresa que haveria de consternar quase 6 milhões de portugueses, surgiu hoje por aí. Mesmo debaixo do "guarda-chuva" que durante tanto tempo não deixou que um tal de Azevedo se "molhasse" - quando o "guarda-chuva se rompeu, viria a dar o salto para terras da rainha mais amada do mundo - o seu sucessor teve a infeliz ideia de chamar ladrões a poetas e a clérigos e ninguém foi capaz de descortinar as razões de tal temerário impulso. Afinal a explicação veio por várias fontes, de que escolhi esta, por vir de um blogue como este que vos ofereço e o autor também terá "cuscas fontes fidedignas". Mas para confirmarem que o autor desse artigo no blogue "Aventar", não se armou em chaminé e espalhou pelo ar tanto fumo, passem depois por aqui e ficarão esclarecidos como eu fiquei.
Desconfio que toda a CS tem andado a enganar o "patusco" povo português. O BPN nunca foi um banco. O BPN era uma mina e nunca a ninguém passou pela cabeça que os mineiros eram todos "laranjas" e das melhores. De "umbigo" e sem excepção!!!...

Até breve 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A cáfila e os impostos por cobrar...

A um cidadão comum, quando a idade e o tempo de serviço lhe permitem o merecido descanso de uma vida inteira de trabalho, chamam-lhe reformado. Porque jubilado não é para todos - apenas alguns são ungidos pelos "santos óleos" - e aposentados serão apenas os privilegiados da Função Pública. Nunca mais chega um outro 25 de Abril, que chame a todos estes pobres coitados, carregados de PDI, um nome qualquer igual para todos, sem castas nem privilégios. Os anglo-saxónicos não estão com meias medidas: todos são "retireds" e pronto. Pois a toda esta gente, apesar da pomposidade e proveitos que a uns assistem(?), das regalias de que outros não abdicam(!)  e da restante "escumalha" que sem pompa, privilégios e com algumas dificuldades vão vivendo o melhor que podem e sabem, foram retirados de forma anticonstitucional, mas que o tribunal criado especificamente para fazer apreciações dessa natureza, ou não foi chamado a julgar ou como o macaco das virtudes, fechou a boca e os olhos e tapou os ouvidos com as mãos, os 13º e 14º mês de vencimento, porque o país estava à beira da falência e a Troika, para nos salvar dos apuros assim o determinava.
Mas como mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, agora aparece uma notícia curiosa, que aqui pode ser apreciada, onde consta que andarão por aí quase 7.000 Milhões de Euros de impostos por cobrar, nas mãos (in)deligentes de uma boa cáfila - ressalvadas poucas centenas que não serão propriamente camelos - de juízes dos tribunais portugueses, os tais que quando forem "grandes" passarão a ser jubilados, que não atam nem desatam o nó górdio que os "amigos" devedores dessas estapafúrdias quantias, lhes vão, subrepticiamente, pedindo que demorem a julgar até à eternidade.
Com esses 7.000 M€ arrecadados, escusado será dizer que o Governo "democraticamente" em funções, não teria necessidade de extorquir aquilo que uma vida inteira de trabalho determinou como património inalienável de cada um. Mas também Cristo disse que seria mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico ganhar o reino dos céus. Ele lá sabia porquê...

Até breve

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Texto sem contexto é pretexto!...


O desemprego é uma oportunidade para mudar de vida, poderá parecer o texto. Mas não é. Nem sequer o contexto. O que poderá ser é um bom pretexto. Porque o homem não conhece o contexto. E por isso se equivoca no texto e acaba, sem querer, por descobrir o pretexto que nunca nenhum contexto lhe permitiria pensar sequer em tal texto.
Mas mais engraçado ainda é o pretexto dos passos que alguns cristãos novos - e outros velhos - deram em semelhante contexto para nos mostrarem a beleza do texto. E no meio do texto, do contexto e do pretexto, quem acaba por pagar as favas, a propósito do texto e em semelhante contexto é pobre do desempregado a quem retiram o pretexto.
Porque estar desempregado é um pretexto. Disse o autor do texto, que se "marimbou" para o contexto. E a pretexto do contexto, não há-de demorar muito tempo que não tenhamos por aí um novo texto, ainda mais fora do contexto, que a todos há-de ensinar a não viverem do pretexto.
Depois, não me venham com o pretexto, de que estou fora do contexto ao vomitar este texto. Sei muito bem do pretexto que sempre usam no contexto para nos imporem tal texto. E a desculpa ou o pretexto de que o amanhã trará, noutro inevitável contexto, um outro autor com o mesmo texto, é uma falácia de texto, para encontrar um pretexto que justifique pior contexto.
Já nem sei bem se cheguei ao fim do texto, mas em semelhante contexto, acabar é um pretexto!... Sem contexto, por pretexto, sobra o texto...

Até breve

terça-feira, 8 de maio de 2012

O mundo que Miguel Portas sonhou !...

ESTE HOMEM NÃO ERA DESTE MUNDO, POR ISSO TEVE QUE PARTIR...


 Foi o último contributo ou dos últimos contributos de Miguel Portas no Parlamento Europeu.

POR QUE RAZÃO ISTO NÃO PASSOU CÁ NO CANAL RTP1, RTP2, SIC, TVI, SIC NOTICIAS, JORNAL NOTICIAS, DN, TSF, PÚBLICO, CORREIO DA MANHÃ, EXPRESSO, DIÁRIO ECONÓMICO?!...
A VERDADE É QUE NÃO PASSOU...
A VERDADE É QUE NINGUÉM OUVIU...
A VERDADE É QUE NINGUÉM ESCREVEU NADA...

video


A mensagem de Miguel Portas, não pode ser ignorada, deturpada ou esquecida. Ela tem de viver connosco, todos os dias, em cada hora e em cada gesto nosso, que possa contribuir para que o mundo que ele sonhou venha a ser realidade!!!...

Até breve




domingo, 6 de maio de 2012

Mesmo não sendo português!!!...


Em 4 de Novembro de 2008, Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos, derrotando John McCain. E uma onda de esperança varreu o mundo!... Passaram quatro anos e pouco ou nada mudou. E se o "mundo é composto de mudança", ninguém ainda determinou quanto tempo ela pode demorar até que as guerras, o sofrimento, a dor, a fome, a doença e a injustiça, se não puderem ser definitivamente erradicadas da face da Terra, ao menos se possam tornar menos dramáticas e violentas.
Hoje François Hollande foi eleito presidente da República Francesa, derrotando o anterior presidente Nicolas Sarkozy. E nova onda de esperança está a varrer a Europa,  apesar de que todos onde mora essa bendita esperança, olhem para o futuro como se estivessem na escuridão da noite ante um desconhecido precipício, de que desconhecem a altura e a perigosidade dos escolhos que os esperam no trajecto e no fundo, que se poderão revelar tudo, menos fáceis e acolhedores.
Ouço a opinião dos analistas e "fazedores de opinião" e vejo-os a todos a afinar pelo mesmo diapasão: reserva e um tremendo leque de possibilidades sobre o impacto que Hollande poderá causar nesta Europa velha de processos e sem coragem para a "revolução necessária"!...
Barack Obama não falhou no seu propósito fundamental: mais guerras, não!... Obedeçam elas a falsos argumentos de eliminação de potenciais "meios de destruição massiva", ou à luta sem vergonha ou medida pelo controle dos meios de produção da energia que faz girar o planeta. Estou-lhe grato por isso!...
Por mim, se Françoise Hollande conseguir não falhar no seu principal propósito de contribuir para o fim ou mesmo que só, para o amenizar desta maldita "austeridade" e promover a recuperação económica, que afogam uma Europa inteirinha e particularmente os mais débeis como nós, portugueses, a minha gratidão será eterna.
Espero tanto de François Hollande, mesmo não sendo português!!!...


                                                                      no mural de São Banza

Até breve

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Patológico ?!...




No meu outro blogue, Leoninamente, abordei ontem um caso deveras insólito, segundo o prisma e no local que lhe dava sentido, como aqui poderá ser constatado.
Hoje volto ao mesmo tema, agora de uma forma mais abrangente e generalizada.
Suponho que a infeliz fotografia que o médico citado, do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa, publicou na sua página de uma rede social, já terá sido apagada, bem como todos os comentários que despoletou. O gesto corresponderia ao mínimo de bom senso que o caso exigiria por parte do dito médico, se este, numa derradeira tentativa de explicar o inexplicável e inadmissível, não tivesse ousado publicar nova fotografia com um paciente diferente, em que é evidente e notória a intenção de defesa do acto anterior, revelando agora, outra vez publicamente, a aplicação de presumível terapia, tendente a obter eventual cura ou alívio da sua enfermidade.

Não sendo minha intenção enveredar por caminhos da ciência médica que, de perto ou de longe não domino, aflige-me a sensibilidade de cidadão comum, a divulgação pública de tal terapêutica, pelo mesmo médico e da mesma instituição hospitalar.
A fotografia em causa - a segunda em curto espaço de tempo - e que publico acima, com a identidade do paciente devidamente salvaguardada, parece também já ter sido apagada, o que revela que algum "grão de areia" terá entrado "furtiva" e finalmente na engrenagem.

Mais grave do que a eventual complacência e/ou inacção dos responsáveis da unidade hospitalar em causa, perante as acções condenáveis e repetidas que um dos elementos do respectivo corpo clínico vem protagonizando, será o facto de podermos muito bem estar perante um caso patológico demasiado sério para continuar a ser ignorado. E se dirigirmos a agulha da nossa interrogação, para a Ordem dos Médicos, então a gravidade aumentará exponencialmente. Será desconhecimento por parte dessa instituição, ou estaremos perante a habitual atitude de defesa corporativista?!...

Até breve

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O libelo de Viriato ...



"As palavras não são meros conjuntos de letras e fonemas, são também a memória que trazem dentro delas..."


Este o "píncaro" do perfumado e saboroso fruto que a árvore do pensamento de Viriato Teles, aqui exposto, me permitiu saborear. Mas tremendo crime cometeria eu, se não espalhasse aos ventos que passam por cima de mim e do meu pequeno mundo, o perfume que tive o privilégio de "provar" e interiorizar.
Sob o título de "As letras do meu afecto" e publicado no Diário do Alentejo em 16 de Março passado é um libelo acusatório ao crime perpetrado pelos mentores, construtores, legisladores e divulgadores do Novo Acordo Ortográfico.
Declarando-me subscritor convicto de cada uma das palavras de Viriato, hei-de tentar, com as armas artesanais e de fogo curto e quase inofensivo que tenho nas mão, ajudar tão nobre, necessária e urgente causa.
Fica aqui a minha homenagem, na pessoa de Viriato Teles, meu conterrâneo e de há tantos anos  bem próximo de mim noutras causas, a todos os que vão fazendo crescer a onda de indignação e protesto que há-de derrubar o maior intento de sempre de destruição da pátria de Pessoa.

Até breve